Resenha de Cláudio Mello e Souza:
http://www.releituras.com/cmellosouza_maias.asp
quinta-feira, 26 de março de 2015
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
A propósito de Eça
Uma divertida crônica sobre uma certa Lisboa de Eça de Queiroz.
http://cronopios.com.br/site/colunistas.asp?id=4028
http://cronopios.com.br/site/colunistas.asp?id=4028
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
História do cabelo
História do cabelo narra a aventura de um homem obcecado por cabelo. Um personagem que vaga por Buenos Aires entrando e saindo de salões, condenado a pensar no cabelo, se deve cortar muito, pouco, deixar crescer, não cortar mais, raspar a cabeça para sempre. Em busca do corte perfeito, e em meio a uma infinidade de reflexões sobre o cabelo (cortes de cabelo, cabelereiros, salões, xampus, produtos de cabelo, estilos, o cabelo como o símbolo social, instrumento político e de identidade), o protagonista se vê envolvido numa trama que remonta a um dos períodos mais sombrios da vida social e política argentina. E é justamente através do cabelo que a história, que se inicia como a saga muito pessoal de um fetiche, se cruza com a luta armada e os anos de chumbo. História do cabelo, segunda parte de uma trilogia sobre os anos 70 iniciada com História do pranto, é o terceiro livro de Alan Pauls editado pela Cosac Naify. Além dos dois volumes da trilogia, a editora publicou o elogiado O passado, que teve mais de dez mil cópias vendidas e virou filme estrelado por Gael García Bernal e dirigido por Hector Babenco.
ALAN PAULS
Nascido em 1959, na capital da Argentina, Alan Pauls foi professor de Teoria Literária na Universidade de Buenos Aires (UBA), fundador da revista Lecturas Críticas, subeditor do suplemento dominical de Página/12e chefe de redação da revista Página/30, além de roteirista e crítico de cinema. Atualmente, ele escreve com o cineasta Hugo Santiago o roteiro de Buenos Aires no existe, filme sobre a passagem de Duchamp por Buenos Aires em 1918. Antes de O passado (Cosac Naify, 2007) - obra pela qual ganhou em 2003 o prestigioso Prêmio Herralde para livros de ficção em língua espanhola - publicou os romances El pudor del pornógrafo (1984), El coloquio (1990) e Wasabi (1994), este último lançado no Brasil pela editora Iluminuras. Escreveu ainda ensaios sobre Manuel Puig ,La traición de Rita Hayworth (1988), Jorge Luis Borges, El factor Borges (2000), e Lino Palacio, La infancia de la risa (1994), entre outros.
terça-feira, 5 de agosto de 2014
Ilusões perdidas
O jovem poeta Lucien Chardon decide deixar o interior da França e viver
em Paris para tentar se realizar profissionalmente: ele ambiciona se
tornar escritor. Com a ilusão de conseguir viver dessa atividade,
instala-se na capital com dois originais prontos debaixo do braço: um
livro de poemas e um romance histórico.
Lucien consegue emprego na imprensa diária e descobre que o compromisso com a ética e a verdade não é o forte dos jornalistas. Na França de 1820, a corrupção, o suborno, as trapaças políticas e as artimanhas jurídicas fazem parte da profissão.
Publicado em 1843, o romance é uma das obras-primas da literatura universal. Além de um encarte de apoio pedagógico, a edição traz um apêndice com informações sobre o contexto histórico em que a obra foi escrita, sobre a escola literária a que pertence e sobre a vida do autor.
Honoré de Balzac- Nasceu em Tours, França, em 1799, filho de um funcionário público. Passou quase seis anos interno em um colégio de Vendôme, depois se fixou em Paris, onde exerceu a função de estagiário em um escritório de advocacia. Entre 1820 e 1824, adotando diversos pseudônimos, escreveu alguns romances e a seguir tentou a sorte na atividade de editor, impressor e tipógrafo. Aos trinta anos, muito endividado, retomou a literatura com grande empenho e publicou o primeiro romance assinado com seu próprio nome. Nos vinte anos seguintes, escreveu cerca de noventa romances e contos, que receberam o nome abrangente de A comédia humana. Balzac faleceu em 1850, poucos meses depois de se casar com Evelina Hanska, a condessa polonesa com que manteve relações durante dezoito anos.
Lucien consegue emprego na imprensa diária e descobre que o compromisso com a ética e a verdade não é o forte dos jornalistas. Na França de 1820, a corrupção, o suborno, as trapaças políticas e as artimanhas jurídicas fazem parte da profissão.
Publicado em 1843, o romance é uma das obras-primas da literatura universal. Além de um encarte de apoio pedagógico, a edição traz um apêndice com informações sobre o contexto histórico em que a obra foi escrita, sobre a escola literária a que pertence e sobre a vida do autor.
Honoré de Balzac- Nasceu em Tours, França, em 1799, filho de um funcionário público. Passou quase seis anos interno em um colégio de Vendôme, depois se fixou em Paris, onde exerceu a função de estagiário em um escritório de advocacia. Entre 1820 e 1824, adotando diversos pseudônimos, escreveu alguns romances e a seguir tentou a sorte na atividade de editor, impressor e tipógrafo. Aos trinta anos, muito endividado, retomou a literatura com grande empenho e publicou o primeiro romance assinado com seu próprio nome. Nos vinte anos seguintes, escreveu cerca de noventa romances e contos, que receberam o nome abrangente de A comédia humana. Balzac faleceu em 1850, poucos meses depois de se casar com Evelina Hanska, a condessa polonesa com que manteve relações durante dezoito anos.
sexta-feira, 9 de maio de 2014
Pastoral americana
No estilo impetuoso e desbocado de Philip Roth, Pastoral americana
narra os esforços de Seymour Levov para manter de pé um paraíso feito
de enganos. Filho de imigrantes judeus que deram duro para subir na
vida, Seymour tenta em vão comunicar um legado moral à terceira geração
da família Levov. Esmagado entre duas épocas que não se entendem e
desejam destruir-se mutuamente, Seymour se apega até o fim a crenças que
se mostram cada vez mais irreais. A força de sua obstinação em defesa
de uma causa perdida lhe confere um caráter ao mesmo tempo de heroísmo e
desatino.
Para contar a história, Philip Roth ressuscita seu famoso alter ego, o romancista Nathan Zuckerman, herói e narrador dos romances Casei com um comunista e A marca humana. Na voz de Zuckerman, Seymour Levov assume a dimensão patética de um Adão obediente que um dia, sem entender por que, se vê expulso do paraíso.
Para contar a história, Philip Roth ressuscita seu famoso alter ego, o romancista Nathan Zuckerman, herói e narrador dos romances Casei com um comunista e A marca humana. Na voz de Zuckerman, Seymour Levov assume a dimensão patética de um Adão obediente que um dia, sem entender por que, se vê expulso do paraíso.
sábado, 26 de abril de 2014
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