Dia 29/8, das 19h30 às 21h30, como sempre, na Casa das Rosas.
Av. Paulista, 37 (estacionamento conveniado na Al. Santos, 74)
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Leituras de Graciliano e de "Angústia"
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/976605-linguagem-de-angustia-traduz-personagem-a-altura-de-si-mesmo.shtml
http://revistacult.uol.com.br/home/2013/07/a-terra-e-os-seres-de-graciliano-ramos/
http://revistacult.uol.com.br/home/2013/03/50-anos-de-morte-de-graciliano-ramos/
http://rascunho.gazetadopovo.com.br/a-infindavel-planicie-avermelhada/
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Das razões do título O vermelho e o negro, de Stendhal
Do blog Verborragia:
http://verbologia.com/?p=529
Do blog Resenhasdiscoslivros:
http://resenhasdiscolivros.blogspot.com.br/2009/08/as-cores-em-o-vermelho-e-o-negro-de.html
http://verbologia.com/?p=529
Do blog Resenhasdiscoslivros:
http://resenhasdiscolivros.blogspot.com.br/2009/08/as-cores-em-o-vermelho-e-o-negro-de.html
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Discussão sobre O vermelho e o negro
Qual teria sido o motivo de Stendhal ter nomeado sua "crônica de 1830" de O vermelho e o negro? Vamos discutir esse e outros temas tratados no livro amanhã, dia 1/8, na Casa das Rosas, das 19h30 às 21h30. Apareça!
segunda-feira, 8 de julho de 2013
segunda-feira, 10 de junho de 2013
O VERMELHO E O NEGRO
O protagonista desta obra eterna é o jovem Julien Sorel, "um homem
infeliz em guerra com a sociedade", na definição de seu criador. Seu
trágico destino foi inspirado num evento real, ocorrido em Grenoble:
condenado pelo assassinato de uma ex-amante, cometido no interior de uma
igreja, um seminarista de 26 anos, Antoine Berthet, foi executado na
guilhotina em fevereiro de 1828. A partir desse fato rumoroso, Stendhal
(1783-1842) entreviu a possibilidade de fazer o que chamou de "crônica
do século XIX", um ácido retrato da França da Restauração
pós-napoleônica, política e moralmente conservadora. Muito do encanto
irrepetível e da inesgotável vitalidade de O vermelho e o negro
reside na tensão entre as dimensões realista e romântica, entre a
crônica quase jornalística dos fatos exteriores e a construção trágica
do destino dos personagens, especialmente do protagonista, suspenso no
descompasso entre sua alma ardente e o tempo mesquinho que lhe tocou
viver.
Autor: Stendhal
Tradução: Raquel Prado
Posfácio: Heinrich Mann
Apresentação: Tarsila do Amaral
Idioma: Português
Coleção: Prosa do Mundo
Cosac Naify
Autor: Stendhal
Tradução: Raquel Prado
Posfácio: Heinrich Mann
Apresentação: Tarsila do Amaral
Idioma: Português
Coleção: Prosa do Mundo
Cosac Naify
quinta-feira, 6 de junho de 2013
OS MALAQUIAS
A discussão do romance será hoje, 6/6, excepcionalmente das 19h30 às 20h30, na Casa das Rosas. Após a discussão e a escolha do próximo livro, estão todos convidados para o lançamento do livro Na Lata, de Frederico Barbosa, no saguão da casa.
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