sexta-feira, 26 de outubro de 2012
VESTIDO DE NOIVA
Obra inaugural e fundamental de Nelson Rodrigues, Vestido de noiva foi o livro escolhido para a leitura de novembro do Legere. Junte-se a nós e leia também!
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Leitura do mês de novembro
Seguindo nosso objetivo, nosso próximo autor será Nelson Rodrigues, o controverso autor cujo centenário também está sendo comemorado este ano. Vão aqui algumas sugestões de títulos para escolha:
A menina sem estrela (crônicas, Agir)
O óbvio ululante (crônicas, Agir)
Vestido de noiva (teatro, Nova Fronteira)
Nelson Rodrigues por ele mesmo (biografia, Nova Fronteira)
Leia mais:
http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_teatro/index.cfm?fuseaction=personalidades_biografia&cd_verbete=814
http://www.nelsonrodrigues.com.br/
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
ABC de ANTÔNIO BALDUÍNO
Este é o abc de Antônio Balduíno
negro valente e brigão
desordeiro sem pureza
mas bom de coração.
Conquistador de natureza
furtou mulata bonita
brigou com muito patrão
.........................................................
morre de morte matada
mas ferido à traição
(do abc* de Antônio Balduíno)
*Os ABCs são livretos de histórias heroicas, muito populares entre as classes baixas do povo baiano.
Assim termina Jubiabá, cujo final vamos comentar no próximo encontro do Legere, dia 25/10.
Mas também haverá tempo para conversarmos sobre as primeiras impressões da leitura de E se amanhã o medo, de Ondjaki.
Este é o abc de Antônio Balduíno
negro valente e brigão
desordeiro sem pureza
mas bom de coração.
Conquistador de natureza
furtou mulata bonita
brigou com muito patrão
.........................................................
morre de morte matada
mas ferido à traição
(do abc* de Antônio Balduíno)
*Os ABCs são livretos de histórias heroicas, muito populares entre as classes baixas do povo baiano.
Assim termina Jubiabá, cujo final vamos comentar no próximo encontro do Legere, dia 25/10.
Mas também haverá tempo para conversarmos sobre as primeiras impressões da leitura de E se amanhã o medo, de Ondjaki.
sábado, 29 de setembro de 2012
Como tantas palavras derivadas do Latim, ler originalmente teve um significado que provém da agricultura.
Nesse idioma, legere queria dizer primitivamente “colher, escolher, recolher”, como quando as pessoas selecionam e retiram do pé os melhores frutos, os melhores cachos.
Passou ao sentido atual de “obter informações através da percepção das letras” porque fazer isto indica uma capacidade de escolher e definir corretamente letras e palavras. É equivalente à expressão latina legere oculis, “colher com os olhos”.
Nesse idioma, legere queria dizer primitivamente “colher, escolher, recolher”, como quando as pessoas selecionam e retiram do pé os melhores frutos, os melhores cachos.
Passou ao sentido atual de “obter informações através da percepção das letras” porque fazer isto indica uma capacidade de escolher e definir corretamente letras e palavras. É equivalente à expressão latina legere oculis, “colher com os olhos”.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Entrevista com Rubens de Figueiredo
O escritor e tradutor - que é professor de português da rede pública! - faz interessantes observações sobre a literatura russa do final do século XIX em relação com a literatura norte-americana contemporânea.
http://youtu.be/aa0doZ_TRRs
http://youtu.be/aa0doZ_TRRs
terça-feira, 11 de setembro de 2012
JUBIABÁ, um modelo de romance
O livro de setembro do Círculo das Letras é em homenagem ao centenário de um dos mais importantes escritores brasileiros, Jorge Amado.
Jubiabá, publicado em outubro de 1935, teve Carybé como capista nos anos 1940, e encantou leitores de todo o mundo, com traduções em inglês, francês, espanhol, italiano, alemão, grego, húngaro e chinês.
O escritor francês Albert Camus, em 1939, afirmou: "Um livro magnífico e prodigioso. Se é verdade que o romance é antes de tudo ação, esse é um modelo do gênero. [...] Poucos livros se afastam tanto dos jogos gratuitos da inteligência. Vejo nele, ao contrário, uma utilização emocionante dos temas folhetinescos, um abandono à vida no que ela tem de excessivo e desmesurado."
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