quarta-feira, 6 de março de 2013

Prontos para ler Mrs. Dalloway

Elaian, Ruth, Luciana, Silvinha e Claudio
Deixando a Sala 1 da Casa das Rosas, depois do encontro do dia 28/2, o pequeno mas seleto grupo do Legere (com exceção da Meire, que fez a foto) sai feliz e renovado com a discussão final sobre D. Quixote.

sexta-feira, 1 de março de 2013

MRS. DALLOWAY

Março, mês da mulher, e Mrs. Dalloway, de Virginia Woolf, foi o livro escolhido pelo grupo.


[creditofoto]

Virginia Woolf nasceu em Londres, em 1882. Filha de um editor, Sir Leslie Stephen, ela recebeu uma educação esmerada, frequentando desde cedo o mundo literário.
Em 1912, casa-se com Leonard Woolf, com quem funda, em 1917, a Hogarth Press, editora que revelou escritores como Katherine Mansfield e T.S. Eliot.
Fez parte do grupo Bloomsbury, círculo de intelectuais sofisticados que, passada a I Guerra Mundial, investiria contra as tradições literárias, políticas e sociais da era vitoriana.
As primeiras obras de Virginia Woolf foram The Voyage Out (1915) e Noite e Dia (1919). Em Mrs. Dalloway (1925), Virginia Woolf emprega recursos narrativos inovadores para retratar a experiência individual. O mesmo ocorre com Rumo ao Farol (1927).
Em 1928, publica Orlando, fantasia histórica que evoca com brilho e humor a Inglaterra da era elizabetana. Nesse período, Woolf faz as famosas conferências para estudantes dos grandes colégios femininos de Cambridge, nas quais mostra sua verve feminista.
Em 1931, publica As Ondas, uma de suas obras mais importantes. Seis anos mais tarde, lança Os Anos.
Toda a vida de Virginia Woolf foi dedicada à literatura. Em 1941, vítima de grave depressão, ela se suicida, deixando considerável número de ensaios, extensa correspondência e o romance Entre os Atos (1941).
(do Banco de Dados da Folha, disponível em http://educacao.uol.com.br/biografias/virginia-woolf.jhtm, acesso em 1/3/13)

Saiba mais sobre Mrs. Dalloway
Conheça a sociedade Virgina Woolf

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

DOM QUIXOTE chega ao final

A discussão final do primeiro volume de D. Quixote será na próxima quinta-feira, dia 28/2, das 19h30 às 21h30, na Casa das Rosas.
Esperamos você!

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

D. Quixote, caminhos e descaminhos do herói

A especialista Maria Augusta da Costa Vieira falará sobre D. Quixote na Biblioteca Mário de Andrade.
O ciclo de palestras sobre romance de formação tem programação gratuita. Imperdível. Confira programação no site: http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/bma/noticias/?p=12000

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Rir e chorar com a mágica utopia de D. QUIXOTE DE LA MANCHA

Esse interessante programa, produzido pelo canal Discovery Civilization, além de realçar a riqueza da obra-prima de Miguel de Cervantes, sua complexidade e profundidade, traz à tona um autor que, à sua época, foi o que se poderia chamar de "celebridade pobre" e que já possuía um olhar crítico da sociedade, percebendo a realidade do mundo como um complexo arranjo (ou desarranjo), numa grande diversidade de classes e povos. Talvez a riqueza maior desse homem tenha sido o fato de que, assim como seu clássico personagem, Cervantes não perdeu a capacidade de reiventar-se e seguir na busca daquilo que seria mais nobre na alma humana, a capacidade de sonhar.

 http://www.youtube.com/watch?v=fMy4lyZfAgE

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

DON QUIJOTE, hijo de sus obras

O trecho de Miguel de Unamuno esclarece sobre o sentido de fidalgo, atribuído a Dom Quixote:

"Y luego se lo puso a si mismo, nombre nuevo, como convenía a su renovación interior, y se llamó Don Quijote, y con este nombre ha cobrado eternidad de fama. E hizo bien en mudar de nombre, pues con el nuevo llegó a ser de veras hidalgo, si nos atenemos a la doctrina del dicho doctor Huarte, que en la ya citada obra nos dice: "El español que inventó este nombre, hijodalgo, dio bien a entender...que tienen los hombres dos géneros de nacimiento. El uno es natural, en el cual todos son iguales, y el otro espiritual. Cuando el hombre hace algún hecho heroico o alguna extraña virtud y hazaña, entonces nace de nuevo y cobra otros mejores padres, y pierde el ser que antes tenía. Ayer se llamaba hijo de Pedro y nieto de Sancho; ahora se llama hijo de suas obras"